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Recepção

Maria Tereza Uchoa Gomes da Costa, formada em Pedagogia Plena, com especialização em Administração e Magistério, Especialização de 2º grau para Magistério de 1ª a 4ª série e área pré-escolar.Trabalho na Prefeitura da Estância Turística de Itu, há mais de 20 anos. Ao longo da minha carreira exerci as funções de:

- Professora: Escolas - Canguru, Curumim, Voiron, Terras de São José e Prefeitura de Itu.
- Diretora / proprietária da Escola Experimental de Artes e Recreação Infantil e Pré-escola Curumim.
- Diretora de Escolas Municipais de Educação Infantil de Itu: Sivaldo Isidoro, Rogério Lázaro Tocheton, Lar e Escola Santo Inácio e Noemia de Mesquita.
- Supervisora pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Itu.
- Diretora de departamento: Secretaria Municipal de Promoção e Desenvolvimento Social de Itu, Fundo Social de Solidariedade de Itu, Secretaria Municipal de Habitação de Itu, Grupo da Melhor Idade de Itu.
- Coordenadora pedagógica de 5ª a 8ª série da Escola Monsenhor Camilo de Itu.

Atualmente atuo na recepção da Escola, desenvolvendo um trabalho de atendimento e orientações aos alunos e aos visitantes. Participo das reuniões técnicas, das avaliações e orientações pedagógicas, bem como, de palestras em escolas regulares apresentando o nosso trabalho com pessoas com deficiência visual.

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A Pedagogia na Deficiência Visual

Educar visualmente significa mais que estimular, é conscientizar gradativamente das suas possibilidades visuais, resgatando potenciais perceptivos prejudicados pela própria deficiência (visão sub normal e baixa visão), conduzindo desta forma, a um integrado e harmonioso desenvolvimento. Resgatando também potenciais perceptivos naqueles de ausência total da resposta visual (cegueira), através de um trabalho com material especializado.

A Pedagogia na educação especial, através de avaliações individuais, poderá oferecer recursos de acordo com a necessidade de cada aluno, como texto ampliado, aula gravada em áudio ou disquete e material transcrito em Braille. Quanto ao aluno pré-escolar e séries iniciais, os materiais deverão ser apresentados primeiramente de forma mais concreta possível evoluindo para o abstrato de forma gradual.
No trabalho pedagógico é fundamental conhecer o aluno, suas habilidades e necessidades, como ponto de partida para a aprendizagem, neste caso, uma avaliação e orientação médica são de grande valia, quanto ao uso de auxilio óptico, equipamentos adaptados e posturas adequadas.

Quanto à inclusão, a escola deve adaptar-se às necessidades do alunado, respeitar o ritmo e os processos de aprendizagem, propondo uma PEDAGOGIA centrada nas potencialidades humanas, em contraposição à sociedade que inabilita e reforça os impedimentos.

“Que os nossos esforços desafiem as impossibilidades. Lembrai-vos de que as grandes proezas da história foram conquistadas do que parecia impossível.”

Sou, MARIA REGINA MACIEL SANDEI, nascida na cidade de Tietê, SP, graduada em Pedagogia Licenciatura Plena, História e Sociologia da Educação e Didática, com Administração Escolar 1º e 2º Grau.MEC LP nº 9508667. Um dos cursos de que participei foi o Curso de Treinamento de Professores na área da Deficiência Mental e Múltipla CENP/APAE (150 horas).Congressos: lV Congresso Brasileiro de Neurologia e Psiquiatria Infantil na qualidade de “autores” do Tema Livre: AMAI- Associação dos Amigos dos Autistas de Itu –“Uma Instituição Fazendo Sua História”. Experiência Profissional sou Funcionária Pública da Prefeitura da Estância Turística de Itu, atuei como Coordenadora no CEACA - (Centro de atendimento á criança e ao adolescente), Diretora Pedagógica: AMAI (Associação dos Amigos dos Autistas de Itu), Coordenação: Projeto Bombeiros Mirins e atualmente como Pedagoga na A. I. A. D. V. Escola de Cegos Santa Luzia.

pedagogia_regina@escoladecegositu.com.br

Denomina-se pedagogo o profissional cuja formação é a Pedagogia, que no Brasil é uma graduação e que, por parte do MEC - Ministério da Educação e Cultura, é um curso que cuida dos assuntos relacionados à Educação por excelência, portanto se trata de uma Licenciatura, cuja grade horário-curricular atual estipulada pelo MEC confere ao pedagogo, de uma só vez, as habilitações em educação infantil, ensino fundamental, educação de jovens e adultos, coordenação educacional, gestão escolar, orientação pedagógica, pedagogia social e supervisão educacional, sendo que o pedagogo também pode, em falta de professores, lecionar as disciplinas que fazem parte do Ensino Fundamental e Médio, além de se dedicar à área técnica e científica da Educação, como por exemplo, prestar assessoria educacional. No que se refere à educação inclusiva, cabe ao pedagogo propor ações que garantam a valorização, aceitação e respeito à diversidade humana. A inclusão só ocorrerá de maneira efetiva quando cada profissional da educação fizer a sua parte, sem esperar que o outro dê o primeiro passo, acreditando nas potencialidades da pessoa com deficiência, valorizando mais as metas e não os obstáculos.

Rosângela C. de A. Barbosa, nascida na cidade de Itu, SP, graduada em Pedagogia Plena, no "CEUNSP" e pós-graduada em Gestão Educacional, na "Faculdade de Tecnologia César Lattes". Acredita que o aperfeiçoamento constante é fundamental para uma prática pedagógica consciente, reflexiva e responsável. Ministrou cursos e palestras na área da educação inclusiva como:

- Inclusão do aluno com deficiência no ambiente escolar
- Sistema Braille integral e Matemática Unificado
- Educação Física Adaptada
- Soroban
- Oficina de mapas táteis

Dedicou quatro anos a educação infantil no Lar e Creche Mãezinha. Atua, desde 2009 na A.I.A.D.V "Escola de Cegos Santa Luzia". Nos atendimentos são utilizados diversos recursos de acordo com a necessidade de cada assistido como: reglete, máquina Braille, soroban, Dosvox, scanner, jogos, lupas de mão e eletrônica, plano inclinado, tiposcópio, lápis 6B, cadernos com linhas largas, livros em Braille, material ampliado, softwares de voz, mapas e gráficos táteis entre outros; O pedagogo na entidade também oferece suporte às escolas, oferecendo orientações, materiais pedagógicos específicos, proporcionando troca de conhecimentos e a interação entre escola, família e entidade, visando o desenvolvimento global do educando e a sua inclusão efetiva no ambiente educacional e social.

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Terapia Ocupacional

O Terapeuta Ocupacional é um profissional da área de saúde que avalia as funções físicas, psicológicas e sociais do paciente, identifica as dificuldades e limitações existentes objetivando desenvolver um programa de atividades personalizadas que permitam a independência do indivíduo, sua inserção e reinserção na sociedade e consequentemente melhorando sua qualidade de vida. Durante o processo de elaboração das atividades, o Terapeuta Ocupacional correlaciona as necessidades pessoais, sociais, culturais e econômicas do paciente, além de analisar os fatores ambientais que influenciam sua vida.

Nos casos de deficiência visual, recebem atendimento Terapêutico Ocupacional: recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos e pessoas da terceira idade que, devido a doenças congênitas ou adquiridas, possuem baixa visão ou são cegas. Após receber o paciente, o Terapeuta Ocupacional realiza vários procedimentos, tais como: anamnese, avaliação global e funcional da visão, plano de tratamento e cronograma de atividades terapêuticas, que têm por objetivo fundamentar suas ações. Se necessário, são realizadas adaptações no ambiente de trabalho, domicílio e escola, indicando e/ou confeccionando e orientando o uso específico de mobiliários e utensílios específicos.

Realiza acompanhamento na execução de atividades que favoreçam a independência pessoal, inclusive no mercado de trabalho bem como na escola. Na maioria dos casos faz-se necessário orientar a família e a escola, pois esses são os maiores parceiros do terapeuta. O contato com a equipe multidisciplinar é fundamental para o intercambio de informações, melhorando e tornando os atendimentos cada vez mais eficientes para o aluno, pois esse é o nosso objetivo primordial. Entre outras ações, o profissional promove atividades como pintura, desenho, jogos, atividades para apoio pedagógico, conceito de orientação espacial, temporal, coordenação global e estimulo sensorial nas diferentes faixas etárias, de forma a reintegrar o deficiente no meio, realizando atividades de lazer e promovendo assim sua auto-estima.

Roberta Romanato Leite Bernardes, graduada, em 2003, em Terapia Ocupacional pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas e pós-graduada em Reabilitação Aplicada a Neurologia Infantil pela UNICAMP - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Ministrou cursos e palestras na área da educação inclusiva:

- Inclusão do aluno com deficiência no ambiente escolar;
- Sistema Braille integral e Matemática Unificado;
- Educação Física Adaptada;
- Soroban;
- Oficina de mapas táteis.

Realizou alguns cursos de aperfeiçoamento como:
- Integração Sensorial;
- Liderar- Formação de Liderança, promovido pelo SEBRAE;
- IV Encontro de Empregabilidade da Pessoa com Deficiência Visual: Reflexão e Prática;
- Noções Básicas de Orientação e Mobilidade para Deficientes Visuais, promovida pela A.I.A.D.V. "Escola de Cegos Santa Luzia";
- VII Seminário de Tecnologia de Reabilitação e Inclusão;
- II Conferência Municipal da Pessoa com Deficiência de Itu;
- Informática Básica para PNE Visual, promovido pela Escola SENAI "Ítalo Bologna";
- Curso de atualização "Uso e ensino do Soroban adaptado para deficientes visuais";
- Braille - Sistema de Leitura e Escrita realizado na Fundação Dorina Nowill para Cegos;
- A criança com Baixa Visão na Escola: abordagem terapêutica e pedagógica, realizada na Fundação Dorina Nowill para Cegos.

Atuou como Terapeuta Ocupacional: CIASPE- INDAIATUBA Período: 15/09/2005 a 05/04/2006 na área da Saúde Mental; Atua como Terapeuta Ocupacional: Desde 2006, na A.I.A.D.V. "Escola de Cegos Santa Luzia"- Itu e desde Agosto 2010 na ADEVISA- Salto

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Orientação e Mobilidade

“O maior drama do cego é o imobilismo”, Helen Keller.

Durante muitos anos, uma das principais lacunas na educação da pessoa cega e deficiente visual foi a sua independência locomotora, ou seja, a sua Orientação e Mobilidade. Desde os primórdios da história, a locomoção do cego é citada ou em desenhos ou pôr escritas. Uns dos primeiros relatos é o do profeta Isaac, que ficou cego depois de uma certa idade e se deslocava com facilidade pêlos campos com seu cajado de pastor, sendo assim, uma das primeiras bengalas da história.
A Orientação e Mobilidade pode ser definida como um conjunto de capacidades e técnicas especificas que permitem à pessoa deficiente visual conhecer, relacionar-se e deslocar-se com independência.

Entende se por Orientação o processo do uso dos sentidos para reconhecer e estabelecer sua posição em relação ao meio e a seu redor. Mobilidade é o movimento realizado com segurança e eficiência através do emprego de técnicas apropriadas de exploração e proteção.

A Orientação e Mobilidade utiliza-se de técnicas especificas de proteção e exploração, afim do indivíduo se locomover com segurança e independência. As principais técnicas são: Proteções, Guia Vidente e técnicas da bengala longa (técnicas de Hoover).

A Orientação e Mobilidade é de importância vital para o deficiente visual devido aos benefícios psicológicos, físico, social e econômico e principalmente dando a pessoa o seu direito de ir e vir como um cidadão comum.

Edvaldo Bueno de Oliveira nasceu em Sorocaba-SP. Formou–se em Educação Física, na FEFISO Sorocaba em 1987. Cursou Pós Graduação “Latu Sensu” em Educação Física para portadores de deficiência na Universidade Federal de Uberlândia MG. Fez ainda diversos cursos na área de Orientação e Mobilidade, entre eles, Técnicas de O. M. na UNICAMP, Locomotilidade para deficientes visuais em São José dos Campos; Enseñansa de ciegos “Orientacion y Movilidad” pela Christoffel Blindenmission em Lá Serena Chile, “Orientacion y Movilidad” para personas discapacitadas visuales com impedimentos adicionales, pela Christoffel Blindenmission en Viña del Mar – Chile; Atividade Motora Adaptada e a Pessoa Portadora de Deficiência Visual e noções de Orientação e Mobilidade, U.F.U. Universidade Federal de Uberlândia - Uberlândia – MG; Educação Física para Pessoas de Deficiência Visual, Secretaria de Educação Fundação Rio Grandense de Atendimento ao Excepcional Porto Alegre – R. S. – Brasil; Psicomotricidade e Educação Física para Excepcionais, Secretária de Estado da Educação. Coordenação de Educação Física – Cetepar.

Foz do Iguaçu – PR – Brasil, participando ainda em diversos simpósios e congressos no Brasil e no exterior como, a 6 conferencia mundial em Orientação e Mobilidade realizada em Madri, Espanha em 91 na qualidade de palestrante do tema “Actividades en el medio acuático, como medio de auxilio en el entrenamiento de las técnicas de Orientacion y Movilidad”, VII Congresso Brasileiro de Educação de Deficientes Visuais com o tema, “Atualidades no mundo em Orientação e Mobilidade e outros.

Atua como professor de Orientação e Mobilidade e Educação Física desde 1985 na Santa Luzia, tendo trabalhado ainda na ASAC em Sorocaba, CEDEME em Itu e aulas particulares para pessoas deficientes visuais em Sorocaba e Piracicaba, tendo ainda atuado de 1994 a 1998 como professor da disciplina de Orientação e Mobilidade do curso de especialização “Latu Sensu” de Educação Física e Esportes para Pessoas Portadoras de Deficiência, na Universidade Federal de Uberlândia- Uberlândia- MG e ministrando diversos cursos de Orientação e Mobilidade na região de Itu.

Atualmente é professor de Orientação e Mobilidade e Educação Física (natação) da AIADV “Escola de Cegos Santa Luzia”.

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Psicologia e psicóloga

Psicologia é a ciência que estuda o comportamento dos indivíduos e dos animais. Utiliza-se, para isto, além de observações a avaliações, técnicas apropriadas, tais como: testes de inteligência, de personalidade, entrevistas, etc. Estes recursos possibilitam uma maior compreensão dos seus conflitos, proporcionando-lhes melhores condições para resolução dos mesmos.

O psicólogo tem como objetivo, dentro da AIADV, promover o deficiente visual à condição de cidadão integrante da sociedade. Para tanto, temos que pensar no sujeito como um ser holístico, indissolúvel, que apresenta algumas defasagens no seu desenvolvimento, acarretadas pela própria deficiência, mas que podem ser superadas através de estimulação adequadas.

Muitas vezes a raiva, a agressividade, a ansiedade, a impulsividade, a baixa auto-estima, a falta de limites podem inibir, e até mesmo bloquear, a iniciativa, a criatividade, o pensar construtivamente e o portar-se como sujeito social. Portanto, um trabalho específico nestas áreas se torna extremamente necessário para uma melhor qualidade de vida.

Márcia Abigair da Costa Caggiano é graduada em Psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Farias Brito, em São Paulo; e pós-graduada em Deficiência Visual e Surdez pela Unicamp. Como cursos de extensão cultural, tem: Psicanálise da Criança, Psicodiagnóstico Infantil, Reabilitação Neuropsicológica, Deficiência Mental e Múltipla, Reogarnização Neurofuncional (Método Padovan), II Jornada de Educação Especial-Escola Inclusiva, IV Jornada Regional de Autismo, I Seminário “Inclusão de PPDs no Mercado de Trabalho (SENAI) e Encontros das APAEs.

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Serviço Social

O Serviço Social é uma profissão de curso superior cujo objeto de intervenção são as expressões da "questão social". O assistente social é o profissional qualificado que, privilegiando uma intervenção investigativa, através da pesquisa e análise da realidade social, atua na formulação, execução e avaliação de serviços, programas e políticas sociais que visam a preservação, defesa e ampliação dos direitos humanos e a justiça social. São competências do Serviço Social: elaborar, implementar, executar e avaliar políticas públicas junto a orgãos da administração pública, direta ou indireta e organizações populares, encaminhar providências e prestar orientação social a indivíduos, grupos e a população identificando recursos e fazendo uso dos mesmos.

O Serviço Social da A.I.A.D.V "Escola de Cegos Santa Luzia" proporciona atendimento social aos Deficientes Visuais e seus familiares. As atividades são diversificadas e tem carater socio-educativo, emancipatorio, preventivo, propiciando acesso a serviços e programas da rede de proteção social do município.

Rita de Cassia Diogo Aguiar e graduada em Serviço Social pela Faculdades Integradas Maria Imaculada com pós graduação em Captação e Doação de Orgãos e Tecidos para Transplante pela Faculdade de Enfermagem do Hospital Israelita Albert Einstein. Atua na área de saúde pública e terceiro setor com participação nos seguintes cursos, seminários e congressos: Fórum de Enfermagem em Hemofilia; Curso de atualização do Serviço Social em Previdência Social; Encontro Estadual de Captadores para a Doação Voluntária de Sangue; Segundo Congresso da Federação Brasileira de Hemofilia; LIBRAS -Linguagem Brasileira de Sinais/modulo I; XII Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais; Curso de Orientação e Mobilidade para Deficientes Visuais; Foi membro da diretoria do CRESS (Conselho Regional de Serviço Social) Seccional de Sorocaba 2005/2007, atualmente é membro do CMAS e CMDCA representante da Sociedade Civil pela A.I.A.D.V Escola de Cegos Santa Luzia.

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Braille

O Sistema de Escrita Braille surgiu pelas mãos do francês Louis Braille que, observando o sistema de comunicação sonoro de Código Morse e pelo fato de sua cegueira estar atrapalhando seus estudos, foi capaz de criar a representação dos sons em forma de um alfabeto em relevo, que possibilitaria a leitura, pelo tato. O Sistema Braille possibilitou aos deficientes visuais o acesso a leitura e à cultura em geral, pois, eles finalmente puderam compartilhar com os videntes (pessoas com visão normal) a escrita.

Ao ser apresentado o sistema foi logo assimilado por seus colegas, no entanto só foi oficialmente aceito na instituição em 1843, dezenove anos depois de sua invenção.

A educação em Braille segue duas linhas essenciais: a leitura e a escrita. Para trabalhar a leitura, faz-se necessário o treino da sensibilidade do deficiente, para que ele esteja apto a reconhecer as saliências que compõem a escrita Braille. Depois de trabalhada a sensibilidade, trabalha-se o reconhecimento do alfabeto e a formação das palavras, de forma análoga à educação dos videntes. Para o aprendizado da escrita, é necessário o reconhecimento da máquina Perkins Brailler (máquina de escrever, de caracteres em Braille) ou da Reglete e Punção (prancha própria para a escrita em Braille). Nos dois casos, deve haver o estudo da formação das letras e da forma de impressão desta no papel.

Celso Eduardo Leite Vecchi, conheceu o Sistema Braille, quando, em troca de uma bolsa de estudos, inscreveu-se num programa de produção de material didático para deficientes visuais, num curso pré-vestibular que freqüentou. “Confesso que entrei no grupo, sem nem saber como era o Braille. Eu precisava da bolsa para poder estudar” diz Eduardo.
Ele participou de workshops para aprender o manuseio da maquina Perkins Brailler e da Reglete, mas conseguiu afinidade com o Sistema de escrita, quando a produção de material, nas áreas de Redação e Física, começou. “Logo me apaixonei pelo Braille”.

No início deste ano, começou a trabalhar na Escola de Cegos Santa Luzia, como auxiliar administrativo e logo tomou frente da área de Educação em Braille. Iniciou um projeto para ampliar o conhecimento de tal sistema para todos os alunos, funcionários, pais e amigos da escola.

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Capacitação em Orientação e Mobilidade

Novas Perspectivas Inclusivas para Pessoas com Deficiência Visual

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