
![]() Recepção
- Professora: Escolas - Canguru, Curumim, Voiron, Terras de São José e Prefeitura de Itu. Atualmente atuo na recepção da Escola, desenvolvendo um trabalho de atendimento e orientações aos alunos e aos visitantes. Participo das reuniões técnicas, das avaliações e orientações pedagógicas, bem como, de palestras em escolas regulares apresentando o nosso trabalho com pessoas com deficiência visual. A Pedagogia na Deficiência VisualEducar visualmente significa mais que estimular, é conscientizar gradativamente das suas possibilidades visuais, resgatando potenciais perceptivos prejudicados pela própria deficiência (visão sub normal e baixa visão), conduzindo desta forma, a um integrado e harmonioso desenvolvimento. Resgatando também potenciais perceptivos naqueles de ausência total da resposta visual (cegueira), através de um trabalho com material especializado.
“Que os nossos esforços desafiem as impossibilidades. Lembrai-vos de que as grandes proezas da história foram conquistadas do que parecia impossível.”
pedagogia_regina@escoladecegositu.com.br Denomina-se pedagogo o profissional cuja formação é a Pedagogia, que no Brasil é uma graduação e que, por parte do MEC - Ministério da Educação e Cultura, é um curso que cuida dos assuntos relacionados à Educação por excelência, portanto se trata de uma Licenciatura, cuja grade horário-curricular atual estipulada pelo MEC confere ao pedagogo, de uma só vez, as habilitações em educação infantil, ensino fundamental, educação de jovens e adultos, coordenação educacional, gestão escolar, orientação pedagógica, pedagogia social e supervisão educacional, sendo que o pedagogo também pode, em falta de professores, lecionar as disciplinas que fazem parte do Ensino Fundamental e Médio, além de se dedicar à área técnica e científica da Educação, como por exemplo, prestar assessoria educacional. No que se refere à educação inclusiva, cabe ao pedagogo propor ações que garantam a valorização, aceitação e respeito à diversidade humana. A inclusão só ocorrerá de maneira efetiva quando cada profissional da educação fizer a sua parte, sem esperar que o outro dê o primeiro passo, acreditando nas potencialidades da pessoa com deficiência, valorizando mais as metas e não os obstáculos.
- Inclusão do aluno com deficiência no ambiente escolar Dedicou quatro anos a educação infantil no Lar e Creche Mãezinha. Atua, desde 2009 na A.I.A.D.V "Escola de Cegos Santa Luzia". Nos atendimentos são utilizados diversos recursos de acordo com a necessidade de cada assistido como: reglete, máquina Braille, soroban, Dosvox, scanner, jogos, lupas de mão e eletrônica, plano inclinado, tiposcópio, lápis 6B, cadernos com linhas largas, livros em Braille, material ampliado, softwares de voz, mapas e gráficos táteis entre outros; O pedagogo na entidade também oferece suporte às escolas, oferecendo orientações, materiais pedagógicos específicos, proporcionando troca de conhecimentos e a interação entre escola, família e entidade, visando o desenvolvimento global do educando e a sua inclusão efetiva no ambiente educacional e social. Terapia OcupacionalO Terapeuta Ocupacional é um profissional da área de saúde que avalia as funções físicas, psicológicas e sociais do paciente, identifica as dificuldades e limitações existentes objetivando desenvolver um programa de atividades personalizadas que permitam a independência do indivíduo, sua inserção e reinserção na sociedade e consequentemente melhorando sua qualidade de vida. Durante o processo de elaboração das atividades, o Terapeuta Ocupacional correlaciona as necessidades pessoais, sociais, culturais e econômicas do paciente, além de analisar os fatores ambientais que influenciam sua vida. Nos casos de deficiência visual, recebem atendimento Terapêutico Ocupacional: recém-nascidos, crianças, adolescentes, adultos e pessoas da terceira idade que, devido a doenças congênitas ou adquiridas, possuem baixa visão ou são cegas. br> Após receber o paciente, o Terapeuta Ocupacional realiza vários procedimentos, tais como: anamnese, avaliação global e funcional da visão, plano de tratamento e cronograma de atividades terapêuticas, que têm por objetivo fundamentar suas ações. br> Se necessário, são realizadas adaptações no ambiente de trabalho, domicílio e escola, indicando e/ou confeccionando e orientando o uso específico de mobiliários e utensílios específicos. Realiza acompanhamento na execução de atividades que favoreçam a independência pessoal, inclusive no mercado de trabalho bem como na escola. Na maioria dos casos faz-se necessário orientar a família e a escola, pois esses são os maiores parceiros do terapeuta. br> O contato com a equipe multidisciplinar é fundamental para o intercambio de informações, melhorando e tornando os atendimentos cada vez mais eficientes para o aluno, pois esse é o nosso objetivo primordial. br> Entre outras ações, o profissional promove atividades como pintura, desenho, jogos, atividades para apoio pedagógico, conceito de orientação espacial, temporal, coordenação global e estimulo sensorial nas diferentes faixas etárias, de forma a reintegrar o deficiente no meio, realizando atividades de lazer e promovendo assim sua auto-estima.
- Inclusão do aluno com deficiência no ambiente escolar; Realizou alguns cursos de aperfeiçoamento como: Atuou como Terapeuta Ocupacional: CIASPE- INDAIATUBA Período: 15/09/2005 a 05/04/2006 na área da Saúde Mental; Atua como Terapeuta Ocupacional: Desde 2006, na A.I.A.D.V. "Escola de Cegos Santa Luzia"- Itu e desde Agosto 2010 na ADEVISA- Salto Orientação e Mobilidade“O maior drama do cego é o imobilismo”, Helen Keller. Durante muitos anos, uma das principais lacunas na educação da pessoa cega e deficiente visual foi a sua independência locomotora, ou seja, a sua Orientação e Mobilidade. Desde os primórdios da história, a locomoção do cego é citada ou em desenhos ou pôr escritas. Uns dos primeiros relatos é o do profeta Isaac, que ficou cego depois de uma certa idade e se deslocava com facilidade pêlos campos com seu cajado de pastor, sendo assim, uma das primeiras bengalas da história.
A Orientação e Mobilidade utiliza-se de técnicas especificas de proteção e exploração, afim do indivíduo se locomover com segurança e independência. As principais técnicas são: Proteções, Guia Vidente e técnicas da bengala longa (técnicas de Hoover). A Orientação e Mobilidade é de importância vital para o deficiente visual devido aos benefícios psicológicos, físico, social e econômico e principalmente dando a pessoa o seu direito de ir e vir como um cidadão comum.
Atua como professor de Orientação e Mobilidade e Educação Física desde 1985 na Santa Luzia, tendo trabalhado ainda na ASAC em Sorocaba, CEDEME em Itu e aulas particulares para pessoas deficientes visuais em Sorocaba e Piracicaba, tendo ainda atuado de 1994 a 1998 como professor da disciplina de Orientação e Mobilidade do curso de especialização “Latu Sensu” de Educação Física e Esportes para Pessoas Portadoras de Deficiência, na Universidade Federal de Uberlândia- Uberlândia- MG e ministrando diversos cursos de Orientação e Mobilidade na região de Itu. Atualmente é professor de Orientação e Mobilidade e Educação Física (natação) da AIADV “Escola de Cegos Santa Luzia”. Psicologia e psicólogaPsicologia é a ciência que estuda o comportamento dos indivíduos e dos animais. Utiliza-se, para isto, além de observações a avaliações, técnicas apropriadas, tais como: testes de inteligência, de personalidade, entrevistas, etc. Estes recursos possibilitam uma maior compreensão dos seus conflitos, proporcionando-lhes melhores condições para resolução dos mesmos. O psicólogo tem como objetivo, dentro da AIADV, promover o deficiente visual à condição de cidadão integrante da sociedade. Para tanto, temos que pensar no sujeito como um ser holístico, indissolúvel, que apresenta algumas defasagens no seu desenvolvimento, acarretadas pela própria deficiência, mas que podem ser superadas através de estimulação adequadas. Muitas vezes a raiva, a agressividade, a ansiedade, a impulsividade, a baixa auto-estima, a falta de limites podem inibir, e até mesmo bloquear, a iniciativa, a criatividade, o pensar construtivamente e o portar-se como sujeito social. Portanto, um trabalho específico nestas áreas se torna extremamente necessário para uma melhor qualidade de vida.
Serviço SocialO Serviço Social é uma profissão de curso superior cujo objeto de intervenção são as expressões da "questão social". O assistente social é o profissional qualificado que, privilegiando uma intervenção investigativa, através da pesquisa e análise da realidade social, atua na formulação, execução e avaliação de serviços, programas e políticas sociais que visam a preservação, defesa e ampliação dos direitos humanos e a justiça social. São competências do Serviço Social: elaborar, implementar, executar e avaliar políticas públicas junto a orgãos da administração pública, direta ou indireta e organizações populares, encaminhar providências e prestar orientação social a indivíduos, grupos e a população identificando recursos e fazendo uso dos mesmos. O Serviço Social da A.I.A.D.V "Escola de Cegos Santa Luzia" proporciona atendimento social aos Deficientes Visuais e seus familiares. As atividades são diversificadas e tem carater socio-educativo, emancipatorio, preventivo, propiciando acesso a serviços e programas da rede de proteção social do município.
BrailleO Sistema de Escrita Braille surgiu pelas mãos do francês Louis Braille que, observando o sistema de comunicação sonoro de Código Morse e pelo fato de sua cegueira estar atrapalhando seus estudos, foi capaz de criar a representação dos sons em forma de um alfabeto em relevo, que possibilitaria a leitura, pelo tato. O Sistema Braille possibilitou aos deficientes visuais o acesso a leitura e à cultura em geral, pois, eles finalmente puderam compartilhar com os videntes (pessoas com visão normal) a escrita.
A educação em Braille segue duas linhas essenciais: a leitura e a escrita. Para trabalhar a leitura, faz-se necessário o treino da sensibilidade do deficiente, para que ele esteja apto a reconhecer as saliências que compõem a escrita Braille. Depois de trabalhada a sensibilidade, trabalha-se o reconhecimento do alfabeto e a formação das palavras, de forma análoga à educação dos videntes. Para o aprendizado da escrita, é necessário o reconhecimento da máquina Perkins Brailler (máquina de escrever, de caracteres em Braille) ou da Reglete e Punção (prancha própria para a escrita em Braille). Nos dois casos, deve haver o estudo da formação das letras e da forma de impressão desta no papel.
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